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Na época dos vestibulares é natural que algumas dúvidas apareçam. Para aqueles que desejam ingressar em uma faculdade particular, o financiamento estudantil é uma alternativa para aliviar o orçamento.

Com as polêmicas recentes em torno do FIES, este post busca esclarecer as principais questões dos estudantes. Ao final da leitura, você será capaz de discernir se ainda vale a pena investir nessa iniciativa. Vamos lá?

O que é o FIES?

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é um programa do Ministério da Educação. Seu objetivo é financiar cursos de nível superior que não sejam gratuitos e possuam avaliação positiva no Sistema de Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

Eu posso usar o FIES para pagar minha faculdade?

Sim, basta que a instituição de ensino ofereça esta possibilidade e cumpra com os critérios estabelecidos. Além disso, as suas informações pessoais precisam ser validadas após o cadastro no site.

Como funciona o FIES?

O FIES se divide em três fases: fase de utilização, fase de carência e fase de amortização.

Na primeira, com o curso em andamento, você paga até R$ 150 (cento e cinquenta reais) a cada três meses. Esse valor é referente aos juros incidentes sobre o financiamento, que são de 6,5% ao ano.

No segundo momento, com o curso já concluído, você tem 18 meses para se reorganizar financeiramente. Nesse período, você também paga até R$ 150 a cada três meses, referente às taxas de juros.

Para finalizar, entra-se na fase de amortização em que passados os 18 meses você deve quitar o saldo devedor. O custo financiado pode ser parcelado em até 3 vezes.

Polêmicas envolvendo o financiamento

Em janeiro do ano passado, o FIES registrou uma taxa de 53% de inadimplência. Isso fez com que o Ministério da Educação (MEC) repensasse as regras de acesso e pagamento das mensalidades.

Em maio de 2017, o MEC divulgou uma portaria no Diário Oficial da União com algumas alterações já para o segundo semestre. Entretanto, o novo modelo do programa será divulgado em 2018.

Uma das mudanças previstas é o desconto obrigatório de até 30% nos salários futuros para quitar o financiamento. Como dissemos, a regra atual concede um prazo de 18 meses após a conclusão do curso para o início do pagamento.

Mas e se eu não conseguir um emprego? Nesse caso, o governo delimitará um prazo (de apenas alguns meses) para acionar seu fiador e fundo garantidor.

Essa medida impulsionou a busca por empréstimos pessoais. Nada garante que a inadimplência será diferente em tal modalidade, algo que poderia provocar um impacto profundo na economia brasileira.

Afinal, o FIES ainda vale a pena?

Feitas as ressalvas, o FIES ainda vale a pena. Em comparação aos financiamentos estudantis oferecidos por instituições de créditos privadas, o programa apresenta uma das menores taxas de juros do mercado.

Para quem está buscando qualificação profissional com certa urgência, o FIES é uma boa saída porque pode ser solicitado a qualquer momento. Isso significa que não é preciso esperar para começar a estudar.

Mas não se esqueça: ninguém sabe da sua realidade melhor do que você. Para ter certeza que o FIES é uma opção viável, simule o seu financiamento estudantil. Aproveite e curta a página do Centro Universitário Tiradentes de Alagoas no Facebook para receber atualizações. Até a próxima!

 

Topics: Financiamento Estudantil

Vitor Luz

Written by Vitor Luz